segunda-feira, 24 de março de 2008

Ache um túmulo!

Ronaldo Ésper que se cuide. Nesse site totalmente absurdo é possível achar o cemitério e até as cordenadas (tipo rua A, linha B) de diversos artistas e personalidades que já se foram. Tem até lista de mais procurados, fóruns de discussão e loja online com lembrancinhas mórbidas. O túmulo ao lado pertence à Coco Chanel, e as cinco cabeças de leão representam seu número da sorte e seu signo zodiacal (o site também tem informações super importantes tipo essa).

sábado, 22 de março de 2008

Hot or Not?

Victoria Beckham em novo anúncio para Marc Jacobs. Tirem suas próprias conclusões.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Pára tudo!

Alguém acabou de entrar nesse blog através da seguinte pesquisa.

Santa Tereza

Apesar dessa minha ida ao Rio de Janeiro ter sido quase que exclusivamente para ver o show do Bob Dylan, ainda sobrou um tempinho para fazer mais alguma coisa. Por sugestão de um amigo, acabei conhecendo o bairro Santa Tereza, parte histórica da cidade maravilhosa. Passeio altamente indicado! É só pegar o bonde nos arcos da Lapa e descer no Largo dos Guimarães, já no bairro Santa Tereza. A passagem custa R$0,60 e o trajeto é feito em um bondinho de mais de 100 anos, que provavelmente deve ter passado por umas... três revisões durante toda sua vida. Além de mercadinhos e restaurantes, o legal desse bairro é a arquitetura e o clima de cidade antiga, meio parecido com o de San Telmo, em Buenos Aires. Bom para fugir da loucura que são as praias cariocas.
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Abaixo, algumas fotos do passeio:

O espaçamento entre as pessoas lembra muito o D43 às 18h30.
Pessoas arriscando suas vidas.

Restaurante Sobrenatural. Ótimo nome e ótima muqueca de Congro Rosa.


Alta tecnologia no transporte público.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Things have changed


Bob Dylan abriu seu show no Rioarena, sábado passado, com a clássica Rainy Day Women #12 & 35, entoando o refrão na época polêmico - hoje apenas divertido - Everybody must get stoned!. Entretando, com certeza outra música, não menos clássica, faria muito mais sentido na abertura desse show: a ganhadora do Oscar de melhor música original pelo filme Wonder Boys (2000) Things have changed. Yeah, baby, as coisas mudaram.
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Antes de mais nada, vou dizer quais eram minhas expectativas para o show. Todo mundo sabe que o Bob Dylan é pra lá de ranzinza e não faz muita questão de ser simpático ou agradar o público. Todo mundo também sabe que ele é meio comedido no que diz respeito a tocar seus maiores sucessos nos shows, e quando os toca, geralmente são em versões totalmente diferente das originais. Eu, particularmente, estava esperando um show com alguns clássicos e muitas músicas mais recentes. Não que essa idéia me desagradasse, muito pelo contrário, sentiria até um certo prazer (admito) em ver a frustação na cara de quem pagou uma nota preta só para ouvir Blowing in the wind ou Hurricane. Ainda mais se levarmos em conta o grande álbum que é Modern Times. Sim, sou uma pessoa chata.
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Mas qual foi minha surpresa quando justamente aquele cara que todo mundo pensava que não tocaria grandes sucessos abre o show com essa bela tríade:
Rainy Day Women #12 & 35
It ain´t me baby
I'll be your baby tonight
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O grande nome do folk teria desmentido o senso comum, não fossem suas versões totalmente diferentes das originais. Não sei se só eu tive essa impressão, mas a maioria das músicas antigas, exceto uma ou duas, me soaram muito parecidas com Dignity, que ironicamente, não foi tocada. Existem duas explicações lógicas para tamanha mudança na sonoridade das músicas. A primeira, e mais plausível, é de que já que Dylan dificilmente conseguiria alcançar as notas altas da época em que tinha aquela voz de pato fanho, ele resolveu fazer arranjos diferentes, que acompanhassem melhor sua nova voz de enfisema pulmonar, que eu particularmente a-do-ro. A segunda, que é a que eu gostaria de acreditar, é a que já que Dylan tem que tocar pelo menos alguns sucessos antigos, ele faz versões totalmente alteradas para não dar a ninguém da platéia aquele gostinho especial de cantar junto. Melhor prática. Prefiro acreditar nessa hipótese.
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Dylan também não nos deu o gostinho de vê-lo cantando sozinho, como nos velhos tempos. Não que isso tenha prejudicado a apresentação de alguma forma, já que a banda que o acompanhava era muito boa e todos pareciam entrosados. Menção honrosa para o baterista, que fez de Highway 61 revisited um dos pontos altos do show. Os outros dois foram Like a Rolling Stone, que iniciou um movimento anárquico na parte das cadeiras numeradas, e o bis, que começou com a ótima Thunder on the mountain - rockzinho que abre o Modern Times - e acabou com Blowing in the wind, para o deleite da maioria do público que, embora extasiado, não conseguiu acompanhar seu líder. Dá para acompanhar o confronto de vozes Dylan x público aqui.
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Esse foi o primeiro show aberto que aconteceu no Rioarena, local construído para abrigar os jogos do Pan, e me pareceu um lugar decente, embora longe demais. Sim, ele fica em Jacarepaguá, e todo mundo sabe que Jacarepaguá é longe pra caramba. Já a produção do evento deixou a desejar, ninguém sabia dizer nem o próprio nome. Mesmo assim, o som estava bem bom, e aparentemente a ausência de um telão foi exigência do próprio Dylan, então não tem muito que reclamar.
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Ficou curioso? Teve um louco que filmou praticamente o show inteiro e postou no youtube aqui. Agora vai lá e tenta achar alguma música igual a original ;)

segunda-feira, 10 de março de 2008

Eu fui!

Post com comentário em breve.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Louis Vuitton rocks!

Retiro tudo que falei sobre a Louis Vuitton. Dá uma olhada no novo garoto-propaganda deles:

"Some journeys cannot be put into words" é o que está escrito no outdoor. Yeah! Quero uma bolsa igual à do Keith Richards! Ah, e além de tudo, o Rolling Stone vai doar o cachê dessa campanha para o Climate Project, projeto ambiental do Al Gore. Legal, né?

Looks Like Porto Alegre

Olha que legal, Porto Alegre ganhou mais um blog de moda de rua, o Looks Like Porto Alegre, que vai ter sua festa de estréia nessa sexta, dia 7. Idealizado pelos publicitários Amanda Schmitz, Vinicius Chagas e Allyson Alapont e pela estudante de relações internacionais, Júlia Zacouteguy, o site promete mostrar os looks mais descolados da noite da capital. Taí o serviço da festa:

Quando? 7 de março (sexta-feira)
Quanto? R$10 até meia noite, R$12 depois
Onde? Cabaret do Beco (Independencia, 590)
Discotecagem? Leonardo Dora, Juliano Dornelles, Luisa Lucena, Jojo e Arthur Teixeira.
Que mais? Os dois looks mais legais (masculino e feminino) ganham um prêmio

segunda-feira, 3 de março de 2008

Desvendado o segredo do cabelo da Amy Winehouse!

Se você também sempre se perguntou como é que a Amy Winehouse faz para sustentar esse cabelón, tá desvendado o mistério. O cabelereiro paulistano Paulo Persil mostra um passo a passo para ficar com o cabelo igual ao da diva, com direito a fotos e tudo. Não que tenha muita utilidade, mas colocando uma meia calça rasgada, uma regatinha branca com sutiã colorido, uma mini-saia jeans e desenhando algumas tatuagens nos braços, dá para ir num Open Beco à fantasia sem problemas! Também dá para esconder um monte de drogas no meio das madeixas, só tem que tomar cuidado pra não vazar nada, ou as pessoas podem achar que você está com caspa ;)