The Zombies - This will be our year
The warmth of your love
is like the warmth of the sun
and this will be our year
took a long time to come
don't let go of my hand
now darkness has gone
and this will be our year
took a long time to come
and I won't forget
the way you held me up when I was down
and I won't forget the way you said,
"Darling I love you"
You gave me faith to go on
Now we're there and we've only just begun
This will be our year
took a long time to come
The warmth of your smile
smile for me, little one
and this will be our year
took a long time to come
You don't have to worry
all your worried days are gone
this will be our year
took a long time to come
and I won't forget
the way you held me up when I was down
and I won't forget the way you said,
"Darling I love you"
You gave me faith to go on
Now we're there and we've only just begun
and this will be our year
took a long time to come
Yeah we only just begun
yeah this will be our year
took a long time to come
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
Trilha sonora de ano novo
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Punta del Diablo

O Uruguai definitivamente é o novo hype gastronômico de Porto Alegre. Depois da proliferação dos Panchos e Parrillas, chegou a vez das pizzarias uruguaias. Hoje conheci a Punta del Diablo, localizada no número 1472 da Protásio Alves, um pouco "abaixo" do Barranco.
*
O restaurante fica em um casarão reformado e decorado de maneira modernosa, com quadros característicos da arte do país. Além disso há um grande deck com mesas ao ar livre (onde eu sentei) e cercado de árvores, bem ao estilo dos restaurantes vizinhos. O ambiente seria bom, não fosse o tremendo barulho e poluição dos ônibus subindo e descendo a Protásio.
*
O cardápio, elaborado por um maestro vindo direto do Uruguai, não oferece muitos sabores de pizza, restringindo-se aos ingredientes tradicionais da cozinha uruguaia (nada de pizza de coração). "O diferencial da receita uruguaia é a simplicidade. O que encanta são a massa e o molho, que são espetaculares" conta o dono do local para uma matéria do ClicRBS. Puristas de plantão com certeza iriam gostar.
*
Além das pizzas, que realmente são muito boas, o lugar também oferece risotos e saladas. Super destaque para o Risoto Branco, com funcho (sim, e fica incrivelmente bom), arroz arbóreo, camarão, mexilhão e lula. DELICIOSO. Uma porção, que dá para duas pessoas não muito esfomeadas, custa cerca de R$ 33,00. As pizzas também não são muito caras: as grandes variam entre R$ 21,00 e R$ 27,00. *
O atendimento do local é bom e os pratos não demoram muito para chegar (mais ou menos uns quinze minutos). E tem estacionamento grátis com manobrista.
*
Para quem se interessou, tem uma receita da pizza de bacon, cebola e azeitona preta do lugar aqui.
*
Punta del Diablo
Protásio Alves, 1472
Diariamente, das 17h às 2h
Informações: 3019-8164
Por enquanto não tem telentrega
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
domingo, 23 de dezembro de 2007
Top 5 - Músicas de Natal
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Vejo flores em você

Sei que tinha criado aquele slideshow ali do ladinho para ficar passando as últimas coleções, mas já estou fazendo uma exceção para esse editorial ma-ra-vi-lho-so da edição de dezembro da Vogue italiana. Sob o comando de Steven Meisel, o editorial Vogue Paterns apresenta modelos vestidas com e envoltas de inúmeras estampas florais, de bichinhos e geométricas, num visual meio surreal/meio kitsch. Até a pela das moças foi pintada para acompanhar a fusão de estilos e cores. E a maquiagem também é linda e totalmente vintage. Lindão.
*
Para visualizar o editorial com os devidos créditos, clique aqui.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Meu Peru de Natal

Família moderna, adivinha quem ficou responsável pelo peru lá em casa? Para não parecer que eu só tirei o bicho da embalagem e coloquei no forno, pesquisei algumas receitas na internet e achei que essa aí parece bem boa, além de ser uma das mais fáceis. Só ignorem esse história de bananas e miúdos e substituam por algo mais decente, tipo ovinho cozido durinho cortado em pedacinhos.
*
Peru à Brasileira
*
Ingredientes:
1 xícara de margarina ou manteiga
3 xícaras de caldo de galinha
1 colher (sopa) de mostarda
750 ml de vinho branco seco
1 peru de 4 quilos
5 dentes de alho
Molho de pimenta
2 cebolas
Sal
*
Recheio:
1 colher (sopa) de farinha de rosca
1 colher (sopa) de cebolinha
1 colher (sopa) de salsinha
½ xícara de azeite de oliva
2 xícaras de farinha de milho
½ xícara de óleo
1 caldo de galinha em pó
1 banana em cubos
2 cebolas raladas
Miúdos de Peru
Pimenta do reino
*
Modo de fazer:
Bater no liquidificador: 1 xícara de vinho, 1 xícara de caldo de galinha, a cebola em pedaços, alho, mostarda, molho de pimenta, a margarina ou manteiga e o sal. Colocar em um refratário e acrescentar o restante do vinho e do caldo de galinha, misturar bem e reservar.
*
Recheio:Em fogo baixo refogar os miúdos cortados em pedaços menores da mistura de óleo e azeite, até mudarem de cor. Adicionar o milho, o caldo de galinha, as bananas, as farinha peneiradas e e a pimenta, sem para de mexer, até formar uma farofa solta e úmida. Retirar do fogo, acrescentar o tempero verde e rechear o peru.
*
Colocar o peru na assadeira sem untar. Furar o peru com um garfo e colocar o molho reservado. Fechar com palito de churrasquinho e amarrar as pernas de peru. Cobrir com papel alumínio e levar ao forno por volta de 1 hora e meia, regando constantemente com o molho da assadeira. Retirar o papel alumínio para dourar por mais 1 hora e ½ aproximadamente, continuar regando com o molho. Colocar no refratário de servir e decorar com farofa e tempero verde.
*
Mais receitas aqui.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Guardando dinheiro desde já para um n°35
Vai ter presença ilustre a próxima SPFW, que acontece entre 16 e 21 de janeiro na Bienal. Vivienne Westwood, ícone, mãe do punk e eterna questionadora, desembarca no país para o lançamento de sua linha de sandálias Melissa.
*
São dois modelos, guardados a sete chaves pela marca, assim como um luxuoso pacote de extras que prometem entrar para a história da moda brasileira!
*
Ela está super empolgada com a parceria e a oportunidade de "poder criar produtos modernos, de altíssima qualidade e a preços acessíveis".
*
Ela chega a SP em 16 de janeiro e pretende aproveitar o passeio para conhecer um pouco mais do Brasil e, quem sabe, o ministro Gilberto Gil e o cantor Seu Jorge, dos quais ela é fã.
*
Fonte: Erika Palomino
*
São dois modelos, guardados a sete chaves pela marca, assim como um luxuoso pacote de extras que prometem entrar para a história da moda brasileira!
*
Ela está super empolgada com a parceria e a oportunidade de "poder criar produtos modernos, de altíssima qualidade e a preços acessíveis".
*
Ela chega a SP em 16 de janeiro e pretende aproveitar o passeio para conhecer um pouco mais do Brasil e, quem sabe, o ministro Gilberto Gil e o cantor Seu Jorge, dos quais ela é fã.
*
Fonte: Erika Palomino
Com que roupa eu vou?

Começa hoje, às 19h, a exposição “Com que roupa eu vou? – Da década de 1900 à década de 1950. A indumentária como expressão das mudanças da sociedade” que reúne 40 objetos de uso pessoal e de vestuário da primeira metade do século passado acompanhados por textos explicativos. A pesquisa ficou por conta de Laura Ferrazza de Lima e Andréa Reis e tem como objetivo explicar a organização, o funcionamento e as transformações ocorridas na sociedade gaúcha durante esse período.
*
Copiando e colando do release: Tendo como ambientação a música “Com que roupa eu vou?” de Noel Rosa, os objetos expostos são divididos nas categorias de Trabalho e Cotidiano, Celebrações e Ritos de Passagem. Na primeira, os temas inseridos são a questão militar, o trabalho rural para a economia urbana e as atividades políticas. No Cotidiano são abordadas a situação feminina, as relações de poder, a vida doméstica, guerra e trabalho feminino e influencias culturais transferidas da Europa para os Estados Unidos. Já os Acontecimentos Sociais e Rituais estão representados na condição de celebração da vida com os casamentos e a primeria noite, as danças e bailes, bailes de debutantes, os batizados, a comunhão e o luto.
Copiando e colando do release: Tendo como ambientação a música “Com que roupa eu vou?” de Noel Rosa, os objetos expostos são divididos nas categorias de Trabalho e Cotidiano, Celebrações e Ritos de Passagem. Na primeira, os temas inseridos são a questão militar, o trabalho rural para a economia urbana e as atividades políticas. No Cotidiano são abordadas a situação feminina, as relações de poder, a vida doméstica, guerra e trabalho feminino e influencias culturais transferidas da Europa para os Estados Unidos. Já os Acontecimentos Sociais e Rituais estão representados na condição de celebração da vida com os casamentos e a primeria noite, as danças e bailes, bailes de debutantes, os batizados, a comunhão e o luto.
*
E amanhã (18/12), às 19h, Laura Ferrazza de Lima, que é professora do curso de Moda no IPA, ministrará uma palestra sobre o tema no local.
*
Parece legal. Aí vai o serviço:
“Com que roupa eu vou? – Da década de 1900 à década de 1950. A indumentária como expressão das mudanças da sociedade”
De 18/12 a 8/03
Visitações de terça a sábados, das 10h às 18h
No Museu Júlio de Castilhos - Duque de Caxias, 1205 - Centro
Tanto a palestra quando a mostra têm entrada franca
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
EEEE! Deu trabalho mas funcionou! Agora enquanto navega no blog você pode ver ali no cantinho direito um slideshow com as últimas coleções. Pretendo atualizar a marca/estilista mais ou menos uma vez por semana (se der tempo). Começamos com a letra A, de Stella McCartney para Adidas... hehehehe. Beijos!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Bazares de fim de ano II - House Chic Bazar, Fórum e Fashion Bazar
Mais algumas opções para gastar aquele dinheirinho que você até pensou em depositar na poupança:*
House Chic Bazar
Teve final de semana passado e vai ter de novo dia 22 de dezembro. Traz muitas opções de roupas, acessórios e peças para decoração de criadores locais.
Dia 22 de dezembro
Das 10h às 19h
Na Félix da Cunha, entre a Praça Maurício Cardoso e a Padre Chagas - Moinhos de Vento
Em caso de chuva o evento será cancelado
*
Bazar da Fórum
Roupitchas da marca com até 70% de desconto.
De 13 a 22 de dezembro
De segunda a quarta, das 12h às 20h
De quinta a domingo, das 10h às 20h
No DC Shopping (Rua Frederico Mentz, 1561) - Lojas 164/165 - Navegantes
*
Fashion Bazar
Primeira edição dessa feira de moda, que é da mesma produtora do Mix Bazaar.
Dias 15 e 16 de dezembro
Das 11h às 21h
Na Usina do Gasômetro (Avenida Presidente João Goulart, 551) - Centro
Entrada franca, mas doações de brinquedos serão aceitas
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
George Pringle
"It has to sound like giant robots having sex." É essa a descrição do MySpace da moçoila ao lado. Sim, apesar desse nome, George Pringle é uma garota de 22 anos que foi considerada pela Vogue UK a next big thing em matéria de performance. Auto-intitulando-se uma diseuse (palavra francesa do final do século XIX que significa algo como "mulher que recita monólogos") ela compõe suas músicas num iBook G4 e declama poesias em cima das faixas. Achei legalzinho, embora longe de ser algo revolucionário. Minha favorita é "Extremely verbal after midnight". Vale a pena dar uma olhada.
Bazares de fim de ano
Final de ano, Natal, época de amor, de paz, de alegria e de gastar TODO 13º nos bazarzinhos que acontecem por aí. Minhas sugestões são:*
Bazar Especial de Natal da Pó de Estrela
Camisetas de bandas, roupas femininas, bolsas e acessórios de montão, além da tradicional cachacinha Chica oferecendo desgutação durante todo o evento. Participam do evento as marcas: Mono, Babado Forte, Ruminante, Olivia, Melindrosas, Muppa & Cutty, Relicário, Debora Ydalgo e Oh Moça.
15 de dezembro (sábado)
das 15h às 21h
na Pó de Estrela - Alberto Torres, 228 - Cidade Baixa
*
Etiquetário
Bazarzão com peças de marcas consagradas como Fórum, Zoomp e Triton. Sei que o horário de funcionamento é cretino, mas não recomendo deixar para ir no final de semana, porque LOTA.
de 8 a 16 de dezembro
das 14h às 20h
Rua João Paetzel, 928 - Chácara das Pedras
sábado, 8 de dezembro de 2007
Toy Doll
Meninas, se vocês eram como eu quando criança e adoravam aquelas bonequinhas de papel com roupinhas para recortar e montar, olhem que fofo esse site. Tem centenas de bonecos de várias personalidades para vestir do jeito que quiser. Até a Camilla Parker-Bowles e a Anna Wintour (melhor guarda-roupa) estão lá! E alguns bonecos são de uma semelhança incrível, tipo, olha o do Ronaldinho Gaúcho. Abaixo, um fato inédito: Amy Winehouse e Lily Allen juntas e vestidas decentemente.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Sampa parte V - Mundinho ãnder
Sem muito tempo para ficar perambluando por aí, resolvemos ir direto ao ponto mais clássico do underground paulistano: as imediações das ruas Augusta e Bela Cintra, onde ficam o Inferno, o Astronete, o Clube Outs, o Vegas, a Fun House e o Lady in Hell (que não tem site, mas fica na Bela Cintra, 124). Rodeando esses lugares (principalmente na Augusta), alguns botecos tipo Bambu's reúnem punks, mods, indies e indeterminados.
*
Detalhe: além de ser um clássico do underground, a rua Augusta também é um dos pontos de prostituição mais famosos de São Paulo, com muitas boates, motéizinhos de quinta, casas de shows e mulheres batendo o ponto no meio da rua. No início parece muito bizarro aquele bando de jovens saindo no meio das putas, literalmente, mas no fim acho que já é um costume do lugar, todo mundo parece à vontade e convive pacificamente. O bom é que o número de assaltos nessa área é bem baixo, para não prejudicar os "negócios".
*
No primeiro dia que saímos por essas bandas fomos no Astronete ver um show de uma banda cover de Clash (sim, era uma quinta-feira e, acreditem, não tinha nada melhor para se fazer por lá) chamada We are the Clash (original, hein?). O lugar é legalzinho, tem um clima retrô bem bacana e é todo decorado com posters de filmes antigos. Não é muito grande, mais ou menos do tamanho do Jekyll, só que com um palco bem decente e uma acústica boa. Único problema foi o preço da cerveja: R$ 5,00 a long neck! Preço de cerveja de zona, como o Schröder bem observou.
*
O segundo lugar que visitamos foi o Inferno, numa festa da Trama Virtual com shows de algumas bandas relativamente conhecidas. Definitivamente, esse lugar é o contrário de todas as expectativas que eu mantinha sobre o ãnder paulistano. Já de início ficamos uns quarenta minutos numa fila absurda para entrar. Santa paciência. Chegando lá, hostess, cartão de consumação eletrônico, segurança revistando as pessoas e tudo mais que um Dado Bier da vida deve ter. O som do lugar foi outra surpresa. No início tocaram algumas músicas ok, tipo CSS, Juliette and the Licks, e coisas do tipo. Depois descambou total. Madonna, Michael Jackson, Cindy Lauper, Spice Girls. Até Shakira rolou. E eu que pensava que não iria conhecer nada do que ia tocar. Ao contrário do Astronete, o Inferno é um lugar bem grande, tipo o Opinião sem o andar de cima. Agora você imagina um lugar desses só que com um banheiro que só dá para quatro meninas de uma vez. Ou seja, mais fila na hora do banheiro. Pelo menos a estrutura para shows do lugar era boa. Depois das apresentações, mais uma bizarrice: se antes eles tocaram o melhor do pop dos anos 80, agora era a vez do pior do hard rock dos anos 80. Sim. Bon Jovi, Skid Row e outras coisas que eu conheço mas nem sei o nome. Sério, já tava achando que era piada, mas as pessoas pareciam realmente se divertir. Na hora de ir embora, adivinha? Sim! Mais fila! E dessa vez deve ter durado mais de uma hora, ficamos muito tempo ouvindo aqueles Guns n'Roses e companhia. Pior lugar. E isso que eu nem mencionei o preço da cerveja. R$ 5,00 a long neck, óbvio.
*
Não chegamos a entrar no Vegas, mas só pela decoração da faixada do lugar já dá para ver que é furada também: uma parede toda forrada com um tecido dourado muito bagacera e um host metido a besta em uma espécio de queijinho. Não dá para querer.
*
Para quem está indo para lá e quer dar uma volta por essas bandas, meu conselho ainda é ficar sentado em algum boteco (onde as bebidas são mais baratas que nos puteiros e nos clubinhos) vendo a movimentação das putas. Muito mais divertido do que entrar nesses clubes e pagar tri caro por uma cerveja (só vale quando é um show de uma boa banda). Pode ser que os lugares que eu não fui sejam legais, mas nenhum me atriu muito ao passar pela frente. E também nunca custa dar uma olhadinha na agenda do Lúcio e ver o que rola por lá ;)
*
Detalhe: além de ser um clássico do underground, a rua Augusta também é um dos pontos de prostituição mais famosos de São Paulo, com muitas boates, motéizinhos de quinta, casas de shows e mulheres batendo o ponto no meio da rua. No início parece muito bizarro aquele bando de jovens saindo no meio das putas, literalmente, mas no fim acho que já é um costume do lugar, todo mundo parece à vontade e convive pacificamente. O bom é que o número de assaltos nessa área é bem baixo, para não prejudicar os "negócios".
*
No primeiro dia que saímos por essas bandas fomos no Astronete ver um show de uma banda cover de Clash (sim, era uma quinta-feira e, acreditem, não tinha nada melhor para se fazer por lá) chamada We are the Clash (original, hein?). O lugar é legalzinho, tem um clima retrô bem bacana e é todo decorado com posters de filmes antigos. Não é muito grande, mais ou menos do tamanho do Jekyll, só que com um palco bem decente e uma acústica boa. Único problema foi o preço da cerveja: R$ 5,00 a long neck! Preço de cerveja de zona, como o Schröder bem observou.
*
O segundo lugar que visitamos foi o Inferno, numa festa da Trama Virtual com shows de algumas bandas relativamente conhecidas. Definitivamente, esse lugar é o contrário de todas as expectativas que eu mantinha sobre o ãnder paulistano. Já de início ficamos uns quarenta minutos numa fila absurda para entrar. Santa paciência. Chegando lá, hostess, cartão de consumação eletrônico, segurança revistando as pessoas e tudo mais que um Dado Bier da vida deve ter. O som do lugar foi outra surpresa. No início tocaram algumas músicas ok, tipo CSS, Juliette and the Licks, e coisas do tipo. Depois descambou total. Madonna, Michael Jackson, Cindy Lauper, Spice Girls. Até Shakira rolou. E eu que pensava que não iria conhecer nada do que ia tocar. Ao contrário do Astronete, o Inferno é um lugar bem grande, tipo o Opinião sem o andar de cima. Agora você imagina um lugar desses só que com um banheiro que só dá para quatro meninas de uma vez. Ou seja, mais fila na hora do banheiro. Pelo menos a estrutura para shows do lugar era boa. Depois das apresentações, mais uma bizarrice: se antes eles tocaram o melhor do pop dos anos 80, agora era a vez do pior do hard rock dos anos 80. Sim. Bon Jovi, Skid Row e outras coisas que eu conheço mas nem sei o nome. Sério, já tava achando que era piada, mas as pessoas pareciam realmente se divertir. Na hora de ir embora, adivinha? Sim! Mais fila! E dessa vez deve ter durado mais de uma hora, ficamos muito tempo ouvindo aqueles Guns n'Roses e companhia. Pior lugar. E isso que eu nem mencionei o preço da cerveja. R$ 5,00 a long neck, óbvio.
*
Não chegamos a entrar no Vegas, mas só pela decoração da faixada do lugar já dá para ver que é furada também: uma parede toda forrada com um tecido dourado muito bagacera e um host metido a besta em uma espécio de queijinho. Não dá para querer.
*
Para quem está indo para lá e quer dar uma volta por essas bandas, meu conselho ainda é ficar sentado em algum boteco (onde as bebidas são mais baratas que nos puteiros e nos clubinhos) vendo a movimentação das putas. Muito mais divertido do que entrar nesses clubes e pagar tri caro por uma cerveja (só vale quando é um show de uma boa banda). Pode ser que os lugares que eu não fui sejam legais, mas nenhum me atriu muito ao passar pela frente. E também nunca custa dar uma olhadinha na agenda do Lúcio e ver o que rola por lá ;)
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Que feio!
As grifes italianas Dolce & Gabbana, Fendi, Ferragamo, Gucci e Prada foram acusadas anteontem (segunda-feira, 03 de dezembro) de estarem usando mão-de-obra de imigrantes chineses ilegais para baixarem seus custos de produção.
A denúncia foi exibida pelo canal de TV do governo italiano, o RAI (Radiotelevisione Italiana), através do documentário Schiavi del Lusso (Escravos do Luxo), produzido pela jornalista Sabrina Giannini.
Fonte: Fashion Prime
E isso que eles neeeem têm dinheiro....
A denúncia foi exibida pelo canal de TV do governo italiano, o RAI (Radiotelevisione Italiana), através do documentário Schiavi del Lusso (Escravos do Luxo), produzido pela jornalista Sabrina Giannini.
Fonte: Fashion Prime
E isso que eles neeeem têm dinheiro....
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)




